terça-feira, 7 de abril de 2009

As coisas do Caminho


Faltava-me o ar do amor que sentia.
Ela era navegar,
Eu com gosto de sol pelas coisas no caminho.
Olhava o azul do céu como quem sonha com ele,
para desanuviar enfim.
Lá um peixe mergulhou em si,
Vagando lentamente para outros vejos além do meu.
Fui até cair com a noite,
Onde tive com as estrelas,
O que as abelhas têm com as flores.
Até os confins do meu mundo,
Onde pesco dias assim.

Paulo Reis

2 comentários:

  1. bárbaros teus poemas, grande Paulo

    tenho um blog também: acesse aí:
    www.nautikkon.blogspot.com

    abraço

    Fernando Karl

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  2. Paulo véio
    acabei de ler um por um de todos os teus escritos:
    esplendorosos

    és um grande poeta

    Fernando Karl

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