
Faltava-me o ar do amor que sentia.
Ela era navegar,Eu com gosto de sol pelas coisas no caminho.
Olhava o azul do céu como quem sonha com ele,
para desanuviar enfim.
Lá um peixe mergulhou em si,
Vagando lentamente para outros vejos além do meu.
Fui até cair com a noite,
Onde tive com as estrelas,
O que as abelhas têm com as flores.
Até os confins do meu mundo,
Onde pesco dias assim.
Paulo Reis
bárbaros teus poemas, grande Paulo
ResponderExcluirtenho um blog também: acesse aí:
www.nautikkon.blogspot.com
abraço
Fernando Karl
Paulo véio
ResponderExcluiracabei de ler um por um de todos os teus escritos:
esplendorosos
és um grande poeta
Fernando Karl